
iapro-community/orquestrador-maestro
Developer toolsAI agent orchestration kit for Windows, Linux/MacOS with Codex skills, hooks, routing rules and profiles for Claude, OpenCode, Cursor, Gemini and Windsurf.
Overview
English · Skills · Instalar · Benchmark · Contribuir Use o mesmo processo com diferentes ferramentas de IA: entender o pedido, ler o contexto necessário, executar com limites, verificar o resultado e deixar um rastro útil para a próxima sessão. O Orquestrador Maestro é para quem usa Codex, Claude, OpenCode, Cursor, Gemini e outras ferramentas de IA em projetos reais. Ele não é um modelo nem substitui sua ferramenta favorita: prepara o ambiente para que ela trabalhe com menos desperdício, mais previsibilidade e evidência antes de dizer que terminou. Quando uma IA recebe só um prompt, ela pode abrir contexto demais, improvisar o processo e declarar uma tarefa pronta sem prova suficiente. O Maestro organiza o caminho antes da execução. - Índices compactos e documentação de projeto evitam carregar catálogos e históricos inteiros. - Regras, escopo e verificação entram antes da mudança, não no fim.
README
Orquestrador Maestro
English · Skills · Instalar · Benchmark · Contribuir
Use o mesmo processo com diferentes ferramentas de IA: entender o pedido, ler o contexto necessário, executar com limites, verificar o resultado e deixar um rastro útil para a próxima sessão.
O Orquestrador Maestro é para quem usa Codex, Claude, OpenCode, Cursor, Gemini e outras ferramentas de IA em projetos reais. Ele não é um modelo nem substitui sua ferramenta favorita: prepara o ambiente para que ela trabalhe com menos desperdício, mais previsibilidade e evidência antes de dizer que terminou.
Escolha seu próximo passo
| Você quer… | Vá direto para… |
|---|---|
| Começar do zero em 10 minutos | Comece aqui |
| Entender a ideia em 1 minuto | Como funciona |
| Instalar agora | Comece em dois minutos |
| Entender a evolução 0.5 → V1 | Veja o que mudou e por quê |
| Ver o benchmark | Veja os números |
| Descobrir qual skill usar | Escolha por objetivo |
| Configurar memória e contexto | Guias técnicos |
| Conhecer CLI, workflows e adaptadores | Referência completa |
Por que usar
Quando uma IA recebe só um prompt, ela pode abrir contexto demais, improvisar o processo e declarar uma tarefa pronta sem prova suficiente. O Maestro organiza o caminho antes da execução.
| Sem orquestração | Com Orquestrador Maestro |
|---|---|
| A IA decide sozinha o que ler | Ela começa pelas regras, pelo estado e pela skill certa |
| Contexto cresce sem critério | Lê o mínimo suficiente e aprofunda sob demanda |
| “Pronto” pode ser apenas uma afirmação | Verificação e handoff fazem parte do trabalho |
| Cada ferramenta cria seu próprio ritual | O processo se mantém entre ferramentas e sessões |
O que muda na prática
- Menos contexto desnecessário. Índices compactos e documentação de projeto evitam carregar catálogos e históricos inteiros.
- Menos surpresa na entrega. Regras, escopo e verificação entram antes da mudança, não no fim.
- Conclusão verificável. O Maestro Resolution Engine diferencia processo encerrado de
Validated Outcome, preservando Evidence, Proof Bundle, budget e histórico de resolução. - Menos recomeço entre sessões. O estado útil fica no projeto, legível por pessoas e por outras ferramentas.
Comece em dois minutos
Requer Node.js 20.19 ou superior.
npm install -g @iapro/orquestrador-maestro-cli@latest
orquestrador-maestro install
orquestrador-maestro verify
Prefere instalar pelo repositório? Use o guia de instalação, que inclui Windows, Linux, macOS, bootstrap, dry-run e rollback.
A V1 estável (1.0.1) é a versão padrão: branch v1, release v1.0.1 e canal npm latest. Para atualizar uma instalação existente, rode orquestrador-maestro update, seguido de orquestrador-maestro verify e orquestrador-maestro version --check. O update faz backup e consolida o núcleo em .orquestrador, preservando memória/configuração ao migrar de .orquestrador-maestro. Veja a migração para V1.
Próximo passo: verifique a instalação e configure o primeiro projeto.
Depois, abra sua ferramenta de IA no projeto e peça:
Use o Orquestrador Maestro. Leia as instruções do usuário e do projeto,
abra somente o contexto necessário, resolva esta tarefa, verifique o resultado
e registre o estado útil para a próxima sessão.
Um processo, várias ferramentas
O Maestro começa com instruções globais e locais, encontra a skill adequada e usa DEV/ para manter objetivo, decisões, verificação e próximo passo no próprio projeto. Assim, você não depende de a conversa anterior ainda estar disponível — nem de trocar de ferramenta sem perder o método.
Ele integra fluxos para Codex, Claude Code, OpenCode, Freebuff, Cursor, Gemini CLI, Grok CLI, MiMo Code, Kimi Code, Windsurf e Antigravity. Cada ferramenta continua responsável pelo próprio runtime, login, modelo e credenciais.
O Freebuff usa o mesmo contrato de AGENTS.md e .agents/skills que o Maestro já sincroniza. Veja o guia de integração do Freebuff para instalação persistente, MCP, agentes locais e publicação para outros usuários.
Codex Desktop e ChatGPT Work
A V1 inclui uma integração oficial por plugin para superfícies locais compatíveis com lifecycle hooks. Ela usa Router v3 + Complexity Gate, um Context Ledger por sessão, policy deduplicada, Tool Governor e um MCP local sob demanda. A mesma policy não é reinjetada a cada turno e o catálogo completo de skills não é carregado no plugin.
orquestrador-maestro desktop-plugin install
orquestrador-maestro desktop-plugin status
orquestrador-maestro desktop-plugin doctor
Depois, abra/reinicie o ChatGPT Desktop ou Codex, habilite o plugin Orquestrador Maestro no marketplace pessoal e aprove os hooks quando o cliente solicitar confiança. A integração continua fail-open para indisponibilidade do CLI e preserva o runtime nativo do host.
Veja Integração OpenAI Desktop para Context Ledger, MCP progressivo, desktop-plugin stats, modos observe|optimize|strict, budgets e limites.
Para o funcionamento técnico, consulte como o Orquestrador funciona, economia de contexto, memória de projeto com DEV/ e perfis de ferramentas.
Próximo passo: aprenda o fluxo que a IA deve seguir ou configure um workflow declarativo.
Skills: você pede o resultado, o Maestro escolhe a capacidade
Você não precisa decorar o nome das Skills para usar o Maestro. Na V1, elas funcionam como capacidades especializadas que o Router v3 seleciona conforme a intenção, a complexidade, a stack, os arquivos alterados, o risco e o contexto disponível.
O fluxo normal é:
pedido em linguagem natural
↓
Complexity Gate
↓
sinais do projeto + Skill Contract
↓
Router v3
↓
1 Skill principal
+ apoios somente quando justificados
↓
contexto mínimo suficiente
↓
execução + verificação
Comece pelo objetivo, não pelo catálogo
| Quero… | Capacidade que o Maestro tende a procurar | Exemplos de Skills |
|---|---|---|
| Entender um projeto | baseline, arquitetura, riscos e documentação | skill-preflight, skill-repo-health, skill-deep-wiki, skill-adr |
| Construir ou evoluir produto | engenharia, frontend e UX coerentes com o projeto | skill-engineering-quality, skill-frontend-excellence, skill-product-ux-architecture |
| Melhorar uma interface | direção visual, hierarquia, acabamento e motion | skill-open-design-ui, skill-impeccable, skill-design-engineering-craft, skill-motion-design-principles |
| Investigar e corrigir | causa raiz, mudança focada e prova da correção | skill-systematic-debugging, skill-verification-before-completion |
| Entregar com segurança | migração, release, CI, rollback e segurança | skill-database-migrations, skill-release-engineering, skill-security-hooks, skill-threat-modeling |
| Trabalhar com IA/agentes | providers, budgets, observabilidade e delegação | skill-ai-orchestration, skill-agent-observability, skill-multiagent-orchestration |
| Integrar serviços específicos | conhecimento de domínio carregado sob demanda | Stripe, AbacatePay, Google Workspace, WhatsApp, mídia e outras Skills de domínio |
Esses exemplos são portas de entrada, não combinações obrigatórias. O Router não carrega todas as Skills de uma linha e não encadeia capacidades apenas porque elas parecem relacionadas.
Veja a decisão antes de executar
Você pode perguntar ao próprio Router o que ele faria:
orquestrador-maestro route explain "investigue por que este teste começou a falhar"
orquestrador-maestro route explain "refaça a arquitetura de UX deste produto"
orquestrador-maestro route explain --json "prepare esta aplicação para release"
A explicação mostra, conforme aplicável:
- complexidade estimada;
- Skill principal;
- Skills encadeadas;
- confiança;
- evidência que levou à seleção;
- sinais de stack/escopo;
- rotas rejeitadas;
- contexto estimado e budget máximo.
Isso transforma Skills de uma coleção de prompts em um sistema de decisão inspecionável.
Core, Domain e Skills externas
| Origem | Papel | Como entra no fluxo |
|---|---|---|
| Maestro Core | capacidades transversais de engenharia e governança | Skill Contract V2 obrigatório; elegíveis para routing automático |
| Maestro Domain | capacidades especializadas, como frontend, segurança, IA e integrações | Skill Contract V2 obrigatório; roteadas quando há evidência específica |
| Library / External | catálogo reutilizável mantido fora do núcleo | normalizado na fronteira; sem routing confiável permanece explicit-only |
| User / Project | conhecimento local criado pelo usuário ou pelo repositório | permanece local e não precisa adotar o manifesto interno do Maestro |
O catálogo atual possui 56 Skills canônicas Maestro e 79 Skills públicas únicas, mas o objetivo da arquitetura é justamente evitar que esse catálogo inteiro seja colocado no prompt ou apresentado ao usuário como uma lista que precisa ser aprendida.
As Skills de design não fazem a mesma coisa
Uma área em que uma lista plana confundia bastante era design/frontend. Na V1 elas têm papéis diferentes:
| Skill | Use principalmente para |
|---|---|
skill-product-ux-architecture |
estruturar produto, fluxos, informação, estados e arquitetura de UX |
skill-open-design-ui |
sair de UI genérica/template e definir direção visual |
skill-impeccable |
auditar hierarquia, spacing, consistência, legibilidade e acessibilidade |
skill-design-engineering-craft |
elevar acabamento de implementação e detalhes que fazem a interface parecer madura |
skill-motion-design-principles |
revisar e projetar animações, transições e comportamento de movimento |
skill-frontend-excellence |
coordenar implementação frontend, Design Profile e Visual QA dentro do produto real |
skill-melhorar-ux-ui-por-referencia |
trabalhar especificamente a partir de screenshots ou referências visuais |
O Router usa useWhen, doNotUseWhen, capabilities e sinais do projeto para evitar que essas capacidades concorram apenas por palavras como “design” ou “frontend”.
Explore conforme sua necessidade
- Escolher por objetivo — melhor ponto de entrada para humanos.
- Portal de Skills — entenda o modelo, routing, disponibilidade e contrato.
- Receitas operacionais — veja quando várias capacidades realmente precisam trabalhar em sequência.
- Referência completa — consulte as 56 Skills canônicas e seus metadados.
- Catálogo público — fonte estruturada das Skills públicas deduplicadas.
Da 0.5.0 à V1: contexto e roteamento proporcionais ao problema
A 0.5.0 consolidou a base de execução confiável do Maestro: Resolution Engine, Evidence, Proof Bundle, memória, telemetria, persistência e integração provider-neutral. Essa fundação resolveu uma pergunta essencial: “o processo terminou ou o resultado foi realmente validado?”
A próxima limitação estava antes da execução. O fluxo ainda tinha decisões mais estáticas do que o produto precisava: roteamento centrado principalmente em triggers e um orçamento de exploração de codebase próximo de 8k tokens no caminho legado, independentemente de a tarefa ser um typo ou uma mudança arquitetural.
A V1 move essa decisão para o início do fluxo:
pedido
↓
Complexity Gate
↓
Router v3
↓
Skill Intelligence
↓
Context Budget
↓
Provider
↓
Verification / Resolution
O objetivo não é simplesmente “usar menos contexto”. É usar contexto proporcional ao problema: reduzir agressivamente o que é carregado em tarefas pequenas e permitir mais profundidade quando a evidência indica uma tarefa realmente complexa.
| Complexidade | 0.5.0 — fluxo legado | V1 | Mudança de teto |
|---|---|---|---|
MICRO |
~8.000 | 1.500 | −81,3% |
SIMPLE |
~8.000 | 3.000 | −62,5% |
STANDARD |
~8.000 | 6.000 | −25% |
COMPLEX |
~8.000 | 10.000 | +25% |
DEEP |
~8.000 | 16.000 | +100% |
Esses números são limites configurados no runtime, não uma promessa de consumo real. O uso efetivo depende do repositório, provider, tarefa e contexto encontrado.
Como chegamos a esse desenho
A evolução foi incremental:
- Primeiro, confiabilidade de conclusão. A linha 0.5 passou a separar processo encerrado de
Validated Outcome, preservando verificação e evidência. - Depois, identidade e contrato das Skills. A V1 introduz Manifest V3 e Skill Contract V2 para que routing, contexto necessário, outputs e verificação tenham uma fonte canônica.
- Em seguida, complexidade antes de contexto. O Complexity Gate classifica
MICRO | SIMPLE | STANDARD | COMPLEX | DEEPantes de decidir quanto carregar. - Router v3 como caminho padrão. O Router v3 considera evidência positiva e negativa, capabilities, aliases, sinais do projeto e budget. O Router v2 permanece apenas como comparação/rollback explícito durante a pré-release.
- Fan-out continua deliberado. Complexidade alta não cria automaticamente vários agentes. Multiagent exige intenção explícita e complexidade compatível para evitar amplification desnecessária.
A mudança no catálogo é pequena em quantidade e grande em contrato:
| Indicador | 0.5.0 | V1 proposta |
|---|---|---|
| Skills canônicas Maestro | 52 | 56 |
| Skills públicas únicas | 75 | 79 |
| Manifest canônico | V2 | V3 |
| Skill Contract V2 nativo | parcial/não canônico | obrigatório para maestro/* |
| Negative routing | limitado | explícito |
| Context requirements por skill | não canônico | explícito |
| Outputs / verification por skill | distribuídos | canônicos |
Ou seja: a principal mudança não é ter mais quatro Skills. É tornar a seleção explicável, versionada e verificável.
O que já conseguimos provar
O conjunto comportamental versionado hoje contém 16 intents rotuladas usadas para comparar Router v2 e Router v3. O gate atual exige que ambos acertem os 16 casos e que o v3 não introduza regressões nesses cenários conhecidos.
Isso é evidência de não regressão na baseline atual, não prova de superioridade do v3. Por isso este README não publica uma porcentagem inventada de “melhoria de roteamento”.
Também conseguimos verificar diretamente no código e nos manifests:
- Router v3 é o default da linha V1;
- Router v2 é rollback explícito;
- Complexity Gate governa o budget normal de contexto;
- tarefas
MICROeSIMPLEnão habilitam subagents; - mesmo
COMPLEXeDEEPsó permitem subagents quando multiagent foi solicitado explicitamente; - Skills externas sem routing confiável permanecem
explicit-only; - o catálogo canônico não depende de carregar todas as Skills no prompt.
Como isso deve melhorar o uso real
Se o desenho se comportar como esperado, a V1 deve melhorar quatro dimensões:
- Eficiência: tarefas pequenas deixam de pagar o mesmo custo de contexto de tarefas arquiteturais.
- Precisão: positive/negative routing e capabilities reduzem seleção por coincidência textual.
- Profundidade quando necessário: tarefas complexas podem usar budgets maiores sem obrigar todo o sistema a trabalhar sempre no pior caso.
- Explicabilidade:
orquestrador-maestro route explainmostra intenção, complexidade, Skill escolhida, evidência e budget estimado em vez de esconder a decisão.
O resultado desejado é este:
menos tarefa simples → contexto demais
menos tarefa complexa → contexto de menos
menos skill irrelevante → prompt
menos fan-out automático → custo
mais decisão explicável
mais contexto quando a evidência pede
mais verificação antes de "done"
O que ainda precisa de benchmark A/B
Há métricas que não devem virar claim público apenas porque a arquitetura sugere melhora. Para comparar 0.5.0 e V1 de forma válida, o benchmark precisa usar as mesmas tarefas, repositórios, provider/modelo e critérios de aceitação.
As próximas comparações devem medir:
| Métrica | Pergunta que ela responde |
|---|---|
| TTVO — Tokens To Validated Outcome | Quantos tokens foram necessários até um resultado realmente validado? |
| Context tokens por tarefa | A V1 carregou menos contexto onde não precisava? |
| First-pass validation | Mais tarefas passaram sem retry? |
| Validation rate | A economia manteve ou melhorou a qualidade? |
| Skills selecionadas por tarefa | O Router v3 evitou carregar capacidades irrelevantes? |
| Retries / provider calls | Houve menos retrabalho e amplification? |
| Time To Validated Outcome | O caminho até conclusão válida ficou mais curto? |
| Fan-out por tarefa | Tarefas simples permaneceram solo? |
| Regressões v2 → v3 | Algum caso conhecido piorou? |
Esses resultados só devem ser publicados quando passarem pelo mesmo evidence gate usado pelo benchmark do projeto.
Resumo: a V1 muda o Maestro de um fluxo com contexto mais uniforme para um sistema que tenta gastar o mínimo suficiente por tarefa, sem reduzir os requisitos de validação. A economia é uma consequência esperada; a regra principal continua sendo chegar a um Validated Outcome com evidência.
Benchmark: veja os números na sua máquina
O benchmark compara condições com o mesmo cenário, modelo e critérios de aceitação. Ele mede tokens apenas em tarefas aceitas e preserva evidência para auditoria.
Exemplo ilustrativo. Os valores no gráfico não são uma promessa nem um resultado oficial. O efeito real varia por modelo, tarefa e ambiente. Rode o benchmark para produzir e inspecionar sua própria evidência.
O evidence gate impede que resultados sem verificação apropriada virem claim público. Em vez de pedir confiança, o projeto mostra como conferir modelo, cenário, execução e evidência.
Para preparar o ambiente e executar uma comparação, siga o quick start do benchmark. A metodologia explica limites, métricas e o que os resultados não permitem concluir.
Próximo passo: inspecione a evidência gerada antes de transformar qualquer número em claim.
Guias técnicos
| Se você quer… | Comece aqui |
|---|---|
| Instalar ou atualizar | Guia de instalação · migração para V1 · opções |
| Entender o método | Guia operacional para IAs · referência técnica |
| Reduzir custo de contexto | Economia de contexto |
| Exigir qualidade verificável | Engenharia guiada · Resolution Engine |
| Avaliar privacidade | Modelo de privacidade |
| Retomar tarefas longas | Workflows · contratos |
| Organizar memória | Hierarquia DEV/ · escopos |
| Trabalhar com skills | Portal · escolher · catálogo |
| Consultar CLI, arquitetura e comandos avançados | Referência técnica completa |
| Resolver problemas | Troubleshooting |
| Ver tudo | Índice de documentação |
Privacidade por padrão
Este é um snapshot público e sanitizado: compartilha estrutura e comportamento, não conteúdo privado da máquina que o originou. Credenciais, sessões, logs, caches, caminhos locais e memórias privadas ficam fora do repositório.
Leia o modelo de privacidade para saber exatamente o que entra, o que fica local e como a telemetria anônima funciona.
A telemetria vem desabilitada por padrão (opt-in via orquestrador-maestro telemetry enable). Quando ativada, o CLI mede instalações anônimas ativas, nunca pessoas únicas. Envia somente comando, resultado, versão e ambiente técnico ao endpoint configurado; não envia caminhos, argumentos, prompts, arquivos, nomes, IP armazenado pelo produto ou credenciais. Desative com orquestrador-maestro telemetry disable ou ORQUESTRADOR_MAESTRO_TELEMETRY=0.
Próximo passo: confira o modelo completo de privacidade antes de sincronizar uma instalação pública.
Próximo passo
Instale em dois minutos para usar o mesmo processo nas suas ferramentas de IA. Depois, rode o benchmark para ver os dados no seu ambiente. Encontrou algo que pode melhorar? Contribua.
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